Uma adolescente de 15 anos, moradora de Imbituba, iniciou uma busca para encontrar o pai biológico, com quem não tem contato há cerca de uma década. Vitória Gabrielly Nunes afirma que viu Jean Patrick de Oliveira pela última vez quando tinha apenas cinco anos e, por isso, não guarda lembranças dele. As informações são do DIARINHO.
Agora, com mais maturidade, ela decidiu procurá-lo e faz um apelo público na tentativa de obter informações sobre o paradeiro do pai.
Poucas pistas dificultam a busca
Vitória reúne poucas informações concretas. Segundo ela, o pai morou no bairro Fazenda, em Itajaí. Além disso, o avô paterno, chamado Samir, teria ligação com uma família do bairro São Paulo, em Navegantes.
A jovem descreve o pai como loiro, de olhos claros e com idade entre 38 e 40 anos. Ela também lembra que ele trabalhava como pedreiro na época.
Ainda na infância, Jean chegou a visitá-la algumas vezes. No entanto, o contato diminuiu com o tempo até desaparecer completamente.
Mudança de sentimento ao longo dos anos
Durante a infância, Vitória não demonstrava interesse em conhecer o pai biológico. Naquele período, ela considerava o padrasto como sua principal referência paterna.
Com o passar dos anos, porém, esse sentimento mudou. Hoje, a adolescente expressa o desejo de conhecer o pai e entender como seria essa relação. “Gostaria de conhecer e saber o que é o carinho de um pai”, afirma.
Tentativas sem sucesso
Nos últimos anos, Vitória intensificou as buscas. Ela procurou informações junto à Polícia Civil e também investigou possíveis passagens do pai por unidades prisionais. Mesmo assim, não encontrou resultados.
Além disso, a jovem consultou registros oficiais, incluindo certidões de óbito, mas não localizou qualquer indício sobre o paradeiro dele.
Segundo Vitória, o pai e a mãe tiveram envolvimento com o tráfico de drogas no passado, o que levou à prisão de ambos na época em que viviam em Itajaí. Após deixarem o sistema prisional, a família se mudou primeiro para Morro da Fumaça e, depois, para Imbituba.
Ela também recorda que o pai continuou trabalhando como pedreiro mesmo durante o período em que esteve preso.
Apelo para reencontro
Diante da falta de respostas, Vitória decidiu divulgar fotos antigas, de quando tinha cinco anos. Com isso, ela espera que o pai ou alguém que o conheça reconheça a história e ajude no reencontro.
A jovem acredita que a divulgação pode aumentar as chances de localizá-lo. Por fim, ela reforça que pretende encontrá-lo assim que tiver qualquer informação concreta.
O contato para informações pode ser feito via WhatsApp pelo número (48) 9816-7472.











