Previous slide
Next slide
Previous slide
Next slide

Conheça os “territórios”, uma proposta educacional inovadora realizada em um Centro de Educação Infantil da rede municipal de ensino de Imbituba

Compartilhe esta notícia:

Previous slide
Next slide

Por Júlia Cavalcante de Freitas

unwall. Sair das caixinhas dá aula, ensinando e aprendendo de um jeito diferente. Ele procura a diretora Giseli Vieira Emidio Corrêa, juntamente com uma dedicada equipe de professores do Centro de Educação Infantil José Antônio dos Reis (CMEI), da rede pública municipal de Imbituba. Através do projeto dois “territórios”, pretende-se estimular o sentido de exploração, criatividade e saltos livres das crianças.

Uma cozinha de brincadeira, onde os mais pequenos reproduzem os mesmos jantares dos graúdos. Uma mini praia montada no pátio da escola. Um hospital, uma pista de corrida, um quarto mal-assombrado, o mesmo conto de fadas. Estes são dois exemplos de dois territórios que as crianças podem explorar com alegria.

A ideia surgiu este ano, quando a diretora e alguns professores do CMEI participaram de um festival de educação, na Escola dos Sonhos, em Florianópolis. Lá, a equipe entrou em contato com a proposta, que foi adaptada e realizada em Imbituba.

“Estamos encantados com este trabalho e resolvemos tentar. Nossa ideia principal é desmoldar, sair do conceito das caixinhas das salas de aula, dar um salto de qualidade que tenha um retorno positivo para a criança”, diz Giseli.

A diretora fala, ainda, sobre a relevância das memórias suscitadas no ambiente escolar. “É importante se perguntar, o que você chama de infância, sobre sua educação infantil. Ela era significativa? Ou você estava sentado em uma mesa? Que salto lhe trouxe boas lembranças para sua vida adulta? investigar.

A realização de dois territórios com crianças, que segue os documentos educacionais oficiais, para que seja garantido o direito de aprender a dois filhos, não tem apresentado resultados inacreditáveis ​​para esses alunos.

“É incrível! Recebemos as ‘crianças da pandemia’, que estão apenas dentro de casa, principalmente brincando no celular. Percebemos que aqui chegaram com dificuldades de salto. Agora, depois desse projeto, eles vão ganhar uma autonomia nos saltos que dariam para alcançá-los se estivessem apenas em sala de aula, com atividades normais. Desemparelhar a mente é proporcionar algo novo”, diz Giseli.

Segundo o diretor, a ação conta com o maior apoio dos dois países e dos alunos, além de contar com o apoio da Prefeitura e da Secretaria de Educação, podendo servir de inspiração para outras escolas públicas do município.

Fale conosco

Preencha o formulário abaixo que em breve entraremos em contato

Inbox no Facebook

Rua Rui Barbosa, 111 – Vila Nova, Imbituba – SC Brasil