Funcionários, colaboradores, alunos e a comunidade em geral participam de ato público que acontece nesta quarta-feira (06), das 17h às 20h, em frente ao Shopping Unisul, em Tubarão.
O motivo do protesto, organizado pelo Sinpaaet (Sindicato dos Professores e Auxiliares de Administração Escolar de Tubarão), é questionar uma possível venda da Unisul (Universidade do Sul de Santa Catarina).
De acordo com a presidente do sindicato, Gisele Vargas, a expectativa é envolver funcionários, acadêmicos e colaboradores, bem como a comunidade em geral. “Vamos questionar a possível venda, e alertar a comunidade. Será um ato de defesa de um patrimônio que é nosso, que é de Tubarão. A Unisul não pode ser tratada como empresa privada”, afirma Gisele.
Segundo ela, com a possível venda, não é apenas o trabalhador que sairá perdendo. “O funcionário pode perder o emprego, mas também toda a comunidade irá perder também. Afinal, qual é o compromisso que uma empresa de fora terá com a comunidade, em gerar economia e empregos para a cidade ou prestar serviços comunitários? Não tem nenhum compromisso social com a região”, ressalta.

Além disso, reforça Gisele, os próprios acadêmicos também podem ter perdas. “Para os alunos, o questionamento é quanto à qualidade de ensino, os valores de mensalidades e a oferta de cursos. Como ficarão? É uma incógnita. Não se tem garantias de que cursos continuarão ou se a qualidade se manterá, por exemplo. E, ainda, quando um grupo educacional compra uma universidade, a primeira coisa que acontece é a demissão em massa”, alerta.
Diretores de sindicatos, lideranças nacionais da educação privada de Santa Catarina e outros estados também estarão presentes no evento. “Nossa expectativa de público é boa. Queremos fazer uma discussão em torno do assunto com toda a comunidade acadêmica e social”, finaliza a sindicalista.










