A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (3), um homem suspeito de matar a tiros o vizinho André Gregório da Rosa, de 38 anos, após uma briga envolvendo um cachorro, em Sangão, no Sul de Santa Catarina.
A prisão preventiva foi cumprida por volta das 12h40, segundo a Polícia Civil.
De acordo com as investigações, testemunhas relataram que o suspeito estava armado e efetuou disparos contra a vítima durante o conflito. Posteriormente, foi confirmado que a arma utilizada era de origem ilícita, já que o homem não possuía registro nem porte legal.
Ainda conforme a polícia, o suspeito já havia sido preso anteriormente por posse ilegal de arma de fogo.
Investigação ouviu mais de 10 testemunhas
Durante o inquérito, mais de dez testemunhas foram ouvidas para esclarecer as circunstâncias do crime.
O suspeito chegou a ser interrogado e afirmou ter agido em legítima defesa, versão que foi descartada pelos investigadores.
Segundo a Polícia Civil, os elementos reunidos indicam que o homicídio ocorreu por motivo fútil.
Crime ocorreu após desentendimento entre vizinhos
O caso aconteceu na madrugada de 22 de fevereiro. Inicialmente, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência de perturbação de sossego entre as famílias. A situação foi controlada no momento, mas após a saída das viaturas o conflito recomeçou e evoluiu para agressões físicas.
Durante a briga, o suspeito teria sacado um revólver e efetuado três disparos contra André, que tentava intervir na discussão.
A vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
Após o crime, o suspeito fugiu em um veículo acompanhado da esposa.
Suspeito de matar vizinho após briga por cachorro é preso
Segundo a Polícia Civil, o desentendimento entre as famílias começou após uma discussão envolvendo um cachorro.
O animal estava sob os cuidados da família da vítima, mas o suspeito alegava que o cachorro teria sido furtado pelos vizinhos.
A prisão foi realizada com apoio da Delegacia de Polícia da Comarca de Jaguaruna e da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Criciúma.
O inquérito policial será concluído dentro do prazo legal, informou a polícia.










