A equipe de Samira Sagr, moradora da Praia do Rosa, em Imbituba, denunciou ameaças de morte contra a participante do BBB 26. Os ataques ocorreram durante uma transmissão ao vivo no X, antigo Twitter. Diante disso, o grupo divulgou uma nota oficial nesta quarta-feira (25).
Segundo o comunicado, usuários publicaram mensagens com teor violento, incluindo votos de morte. Por isso, a assessoria jurídica afirmou que as condutas ultrapassam o limite da opinião. Além disso, a defesa destacou que os atos podem ser enquadrados como crime.
Defesa aponta crimes e cita legislação
De acordo com a equipe, desejar a morte de alguém em público pode configurar crime de ameaça. Além disso, ataques organizados podem caracterizar perseguição.
Ainda assim, o grupo ressaltou que a violência psicológica entre mulheres tem respaldo na Lei Maria da Penha. Dessa forma, a equipe reforçou que a internet não é um ambiente sem regras. Pelo contrário, está sujeita ao Marco Civil da Internet e ao Código Penal.

Equipe cobra posicionamento
Ao mesmo tempo, a equipe cobrou uma postura de administradores de perfis ligados a outras participantes. Segundo a nota, o silêncio diante de ameaças não pode ser tratado como neutralidade.
“O silêncio diante de ameaças de morte não é neutralidade, é omissão”, afirmou o comunicado.
Além disso, a equipe destacou que pessoas com visibilidade pública precisam estabelecer limites claros. Assim, evitam incentivar esse tipo de comportamento.
Provas já estão sendo reunidas
Em seguida, a defesa informou que iniciou a coleta de provas. Todas as publicações estão sendo documentadas para preservar evidências digitais.
Com isso, a equipe pretende buscar a responsabilização civil e criminal dos envolvidos. Por fim, o grupo reafirmou apoio à participante.
“Samira segue firme e seguirá tendo toda a proteção que a lei oferece”, conclui a nota.










