Search
Close this search box.
Search
Close this search box.
Slide Heading
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.
Click Here
Slide Heading
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.
Click Here
Previous slide
Next slide
Slide Heading
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.
Click Here
Previous slide
Next slide

Operação investiga suspeita de desvio de recursos públicos no Hospital de Imaruí

Compartilhe esta notícia:

Previous slide
Next slide

O Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) cumpriu três mandados de busca e apreensão na manhã desta sexta-feira (23), durante a segunda fase da Operação Prontuário Frio, que investiga suspeitas de fraudes e desvio de recursos públicos destinados ao Hospital Municipal de Imaruí.

As buscas ocorreram em Imaruí, Florianópolis e São José, em apoio à Promotoria de Justiça da Comarca de Imaruí.

Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a investigação apura um possível esquema de irregularidades na administração da unidade hospitalar, incluindo registros fraudulentos de internações, cobranças indevidas e pagamentos por serviços médicos que não teriam sido realizados.

Suspeita de fraudes em internações

De acordo com o MPSC, há indícios de que informações falsas tenham sido inseridas nos sistemas utilizados pelo hospital para justificar cobranças de internações custeadas com dinheiro público.

As investigações também apontam suspeitas de superfaturamento de cobranças hospitalares e utilização de recursos destinados à unidade para o pagamento de despesas particulares.

Outra irregularidade investigada envolve possíveis transferências de dinheiro a terceiros sem vínculo comprovado com os serviços prestados pelo hospital.

Documentos e aparelhos eletrônicos apreendidos

Durante a operação, os agentes recolheram aparelhos eletrônicos, documentos físicos e digitais, além de registros contábeis e financeiros.

O material será analisado para identificar a origem, a movimentação e o destino dos recursos investigados.

Segundo o Ministério Público, a segunda fase foi desencadeada após a análise de provas obtidas na primeira etapa da operação, que revelou novos elementos e a possível participação de outras pessoas nas irregularidades.

Por que a operação se chama Prontuário Frio?

O nome faz referência à suspeita de utilização de registros hospitalares irregulares para justificar cobranças de internações e permitir a destinação indevida de recursos públicos.

A operação é conduzida pelo GAECO, força-tarefa do Ministério Público integrada por órgãos de segurança e fiscalização do estado.

https://chat.whatsapp.com/Ko6tmdGiCiFLPj6WSCikAi

Fale conosco

Preencha o formulário abaixo que em breve entraremos em contato

Inbox no Facebook

Rua Rui Barbosa, 111 – Vila Nova, Imbituba – SC Brasil