Chegou a hora de cair na folia com o tradicional e democrático Bloco de Sujos de Vila Nova, o Bloco do Cacique, que promete mais uma vez arrastar uma multidão pelas ruas do maior distrito de Imbituba nesta segunda-feira (16) de Carnaval.
Com mais de três décadas de história, o evento já se consolidou como o mais procurado das festas de Momo em Imbituba e região, reunindo nos últimos anos mais de 5 mil foliões ao som das clássicas marchinhas carnavalescas.
Concentração e percurso
A festa começa a partir das 13h, na Praça de Vila Nova, em frente ao salão paroquial. A saída do trio elétrico está prevista para por volta das 16h, percorrendo as ruas:
- Santana (em frente à praça da igreja)
- São Pedro (em frente ao Departamento Municipal de Trânsito)
- Avenida Estrela
- Pires Silveira
O evento terá reforço na segurança e na estrutura para garantir a tranquilidade dos participantes.
Charanga, Banda Maluca e participação popular
O bloco é puxado pela tradicional e animada charanga de Vila Nova, reforçada pelos músicos da Banda Maluca, garantindo o ritmo contagiante das marchinhas que embalam gerações.
Fantasia, irreverência e tradição
Como manda a tradição dos blocos de sujos, a irreverência é regra. Quase como um ritual carnavalesco, é comum ver homens travestidos de mulheres e mulheres caracterizadas como “machos”, em um clima leve, descontraído e democrático.
No Bloco do Cacique, qualquer pessoa pode participar gratuitamente. O folião pode levar sua própria bebida e lanches ou consumir nos pontos de venda do evento, no comércio local ou com ambulantes.
Mais de 30 anos de história
O bloco surgiu há cerca de 30 anos, em uma ensolarada segunda-feira de Carnaval, como uma brincadeira entre amigos em frente ao extinto Bar do Cacique, que pertencia ao tradicional morador Cassiano de Oliveira.
Na época, o grupo era conhecido como a “Turma do Cacique”. O que começou como uma reunião entre vizinhos cresceu ao longo dos anos e hoje reúne milhares de pessoas, independentemente de classe econômica, raça, gênero, orientação sexual ou crença.










