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ÚLTIMOS MOMENTOS: “De madrugada eu chego”, disse Amanda em áudio, minutos antes de ser morta; irmãos da jovem também morreram executados Segurança

ÚLTIMOS MOMENTOS: “De madrugada eu chego”, disse Amanda em áudio, minutos antes de ser morta; irmãos da jovem também morreram executados

por Redação 06-12-2021 há 1 mês 5652

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Pouco antes de morrer, Amanda Albach (foto em destaque), 21 anos, foi obrigada por um dos suspeitos de assassiná-la a enviar um áudio para uma parente informando que pegaria um carro de aplicativo e retornaria para casa, no Paraná, no dia 16 de novembro. 


Como um dos suspeitos queria despistar as investigações, ele mandou Amanda enviar o áudio para a família. Depois da mensagem, a vítima ainda cavou a própria cova com uma pá e acabou morta com dois tiros.

O corpo da jovem foi encontrado enterrado na Praia do Sol, em Laguna, nesta sexta-feira (03). Amanda estava desaparecida desde o feriado da Proclamação da República — 15 de novembro. Três acusados do crime foram presos em Canoas, no Rio Grande do Sul, e seriam amigos da vítima, segundo advogados da família dela. 


As investigações mostram que Amanda e os amigos foram para Jurerê Internacional durante o dia, em 14 de novembro. De lá, retornaram à noite para Imbituba. Na noite de 15 de novembro, a vítima teria visto uma arma de fogo com um dos suspeito e batido uma foto. Ela a encaminhou para outras pessoas.


Corpo de Amanda Albach é velado em Fazenda Rio Grande

O corpo da jovem Amanda Albach foi velado no Cemitério Municipal de Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, na manhã deste domingo (05).


O sepultamento aconteceu ainda pela manhã, sob forte comoção. 

O corpo da jovem foi liberado pelo Instituto Médico-Legal (IML) de Santa Catarina no sábado (04), após um familiar realizar o reconhecimento da vítima, segundo o advogado da família, Michael Pinheiro.

Investigações

A Polícia Civil chegou ao local após a prisão temporária de três suspeitos, dois homens e uma mulher. Eles foram detidos em Canoas (RS), na quinta (02). A mulher, segundo a polícia, era amiga de Amanda.


A denúncia do desaparecimento chegou à polícia catarinense no dia 19 de novembro, quando foram iniciadas as diligências. Nas redes sociais de Amanda, a última publicação que a polícia encontrou foi do dia 13 de novembro. Era uma foto no local conhecido como Canto da praia da Vila, em Imbituba.


O corpo de Amanda, que estava desaparecida desde 15 de novembro, foi localizado na tarde de sexta (03), enterrado entre as praias do Sol e Itapirubá Norte, em Laguna.

Os policiais buscaram informações sobre a vida social da jovem e confirmaram que ela esteve em uma festa no dia 14 do mesmo mês, em Florianópolis. Depois disso, retornou com o trio preso à casa onde estavam, na divisa entre Imbituba e Laguna. 

Ao colher depoimento das últimas pessoas que estiveram com a vítima antes do desaparecimento, a polícia encontrou “incongruência em falas”, o que despertou a suspeita do envolvimento do grupo.

Ao ser preso, um dos suspeitos, disse aos policiais que fez Amanda cavar a própria cova e, em seguida, disparou duas vezes contra ela.

Segundo o delegado Bruno Fernandes,  responsável pelas investigações, apurações prévias indicam que Amanda foi morta no dia 15 de novembro, logo após mandar mensagem para a família por volta de 20h30 dizendo que retornaria ao Paraná no dia 16.

“A motivação vai ser apurada com todo o contexto, mas, preliminarmente, um dos investigados se sentiu incomodado porque Amanda teria contado sobre o envolvimento dele com tráfico de drogas e tirado uma foto da arma dele. Não gostou da situação e optou por tirar a vida dela”, disse o delegado.

A investigação indica que, quando a jovem mandou o áudio, ela já estava com o suspeito no local onde foi morta.

Os policiais ainda não revelaram qual o envolvimento dos outros dois suspeitos.


Família marcada pela tragédia - irmãos de Amanda foram executados por criminosos em 2010

A família da jovem Amanda Albach já teve outra tragédia em sua história. Em 2010, os irmãos de Amanda, Francieli Albach de Souza Silva, na época com 23 anos, e o irmão delas de 11 anos, foram executados a tiros por traficantes em Fazenda Rio Grande, na região metropolitana de Curitiba.


Francieli estava no sofá de casa quando traficantes invadiram o local, que ficava na invasão da Sapolândia, no bairro Gralha Azul, e a mataram. O irmão mais novo dela, de 11 anos, estava num quarto dormindo. Seria a primeira vez que ele passava a noite na casa da irmã. Mas deve ter acordado com os tiros e o barulho que ele fez no quarto atraiu a atenção dos marginais, que invadiram o local e executaram o menino com dois tiros na nuca. O filho de Francieli, de 3 anos, foi poupado.

Darcilma, mãe dos jovens, está inconsolável e à base de remédios.

Áudio e informações: Portal Metrópole / Banda B

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