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Na coluna À Flor da Pele, Érika Bernardes faz uma reflexão sobre a vida e pondera sobre como vivê-la: Artigos

Na coluna À Flor da Pele, Érika Bernardes faz uma reflexão sobre a vida e pondera sobre como vivê-la: "Apenas Viver ou Viver bem?"

# por Érika dos Reis Bernardes 21-11-2021 há 1 semana 526

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Apenas Viver ou Viver bem?

Muitos adultos e idosos nos dizem para estudar, estudar e estudar, para nos tornarmos gente, e muitos de nós – inclusive eu – duvida desse “mandamento”, mas acreditem, SÓ O ESTUDO NOS FAZ CRESCER. Desde estudo para concursos, ou conhecimentos básicos de administração ou restaurante e bar, para tudo é necessário estudo – até para fazer receitas de comidas ou para limpar a casa. E esse estudo é o que nos dará frutos para podermos viver uma vida estável e com um pouco mais de liberdade.


Para se tornar “livre”, primeiro de tudo, é necessário ter dinheiro, afinal ter liberdade não é só fazer o que quiser, – como ter relações sexuais, andar pela casa pelado ou acordar tarde, quem dera fosse tão fácil e simples. Mas para ser livre é necessário ter um trabalho – e para isso você precisa ter um emprego, para que você troque a sua liberdade por dinheiro, logo somos escravizados pelo dinheiro. E para ter um emprego é necessário ter estudo para ter um salário.

Depois vem a questão da responsabilidade, será que você consegue ser responsável pelos seus atos? E não pergunto isso só no quesito judicial, que a partir dos 18 anos, a pessoa se torna responsável pelos seus atos, mas sim pelo sentido de um todo: responsável pela própria saúde mental e física, pelos seus animais de estimação, pelas suas roupas, alimentação, pela pessoa que você se relaciona e consigo mesmo. Se você tiver todos esses pré-requisitos super adiantados, sinto lhe dizer, mas ainda não é o suficiente.

Como é chato ser adulto, né? Não tiro a razão do Peter Pan ao querer ser criança para sempre.


A natureza do ser humano é nascer, crescer, reproduzir-se, envelhecer e morrer, porém, há uma grande diferença entre viver por viver e viver bem. Acredito que muitos jovens rebeldes e até mesmo adultos, vivem se perguntando: para que fazer faculdade? Para que trabalhar? Para que? Eu finalmente achei uma resposta para essas dúvidas! E a resposta é a mais óbvia possível: Para viver bem! Nossos pais não são responsáveis pela nossa felicidade e satisfação, nós somos responsáveis.

Então, por que não fazer da nossa vida uma coisa boa? Sabe aquele sonho de viajar ou comprar um carro? Por que não realizar? Nada é impossível! O sonho de ser jogador de futebol, por que não realizar? O sonho de acabar com o aquecimento global, por que não acabar? O sonho de dar uma casa para sua mãe, ou comprar uma casa… cada ser humano tem o impulso natural de desejar traçar objetivos para colaborar com o mundo ou um grupo específico de pessoas! Trabalhar duro para realizá-los não é proibido. E isso não é só na juventude, adultos que já conquistaram tudo, também precisam traçar objetivos.


“Érika, tu és otimista”, eu posso até ser, afinal tenho vários sonhos e agora que comecei a traçar objetivos, mas a realidade é: enquanto não traçarmos objetivos para nossa existência, viveremos “num trono de apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar”. E esse objetivo só é descoberto a partir de experiências a partir de: meditação, viagens, estudos do que te atrai, pesquisas, tentativas de trabalho, – em supermercados, escritórios, ou até mesmo venda de doces – para buscar a dita cuja felicidade. Reconhecer as nossas qualidades é o que nos leva para uma vida feliz, então, vamos nos descobrir! E agradecer sempre a Deus, ao Universo, ao que você acredita; porque semelhante atrai semelhante, coisas positivas atraem coisas positivas, então, seja corajoso agora, mesmo que tiver medo! Há um ditado que diz que quem não arrisca, não petisca! Platão reflete sobre isso no Mito da Caverna, então sejamos um pouco audaciosos quando jovens e quando mais velhos, lembrarmos das nossas peripécias do passado!

Quando você traçar esses objetivos, terá motivação para sair da cama todos os dias. Se algo der errado, chore, sinta raiva, afinal você é ser humano, você tem direito de sentir tudo isso, mas não esqueça que isso também vai passar. Acho que é por isso que a infância é tão boa, pois as crianças não pensam nos detalhes, então sejamos menos detalhistas! Vai saber se existe vida após a morte?! E se a gente for para o inferno? Vamos desperdiçar uma vida inteira, para ser apenas alimento para os vermes? Viva! Tudo que tiver para viver! Sinta tudo que tiver que sentir!

Sobre a Colunista

Sou Érika dos Reis Bernardes, – oiii – tenho 21 anos e sou uma "fisólofa" – isso mesmo que você leu, não é erro de digitação. Já que não tenho estudo acadêmico a ponto de filosofar como Platão, Aristóteles, entre outros filósofos, prefiro me enquadrar no senso comum de pessoas que dão pitaco em tudo. 

Uma ‘jovem adolescente’ que ama estudar seu próprio comportamento e que tem prazer em filosofar sobre a vida. Passou boa parte dos meus 21 pensando e aprendendo, principalmente no período em que lutava para me recuperar de um AVC ocorrido, em 2012, assim que cheguei a Imbituba, e, justamente, na escola, e que me acarretou em graves limitações físicas. Tive complicações como hidrocefalia e durante anos precisei reaprender a andar e a falar. 

Nas colunas, abordo assuntos que mexem com a cabeça de qualquer adulto: A MENTE DE UM ADOLESCENTE  E DO JOVEM, Nestes textos que escrevo semanalmente, trago a verdade nua e crua de um adolescente, mas de uma forma mais poética e dramática, típica do universo Teen. Mostro também minha visão de mundo, em relação a questões sócio culturais que nos atingem. Sem defender os jovens, mas também sem passar a mão na cabeça dos adultos.
Sim! Sou uma guria que recém saiu das fraldas que quer dar uma de "sabe tudo" no Portal! Talvez? Quem sabe? Quem sou? Pra onde vou? Quem fui? À Flor da Pele é, com toda certeza, o sinônimo de adolescência e juventude. Hormônios, vida, arte, drama, rock’n'roll, sexo, teorias, ideologias explodem na mente e no corpo dos jovens. Como saber lidar com tudo isso? Mostro o quão neutros precisam ser os pais nessa fase. E o quão conhecedores de si mesmos, os jovens precisam ser para passar por essa incrível saga.


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