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Covid: aumento de casos e ocupação em hospitais preocupam em SC: '3ª onda já iniciou'; confira situação em Imbituba e no Estado Saúde

Covid: aumento de casos e ocupação em hospitais preocupam em SC: '3ª onda já iniciou'; confira situação em Imbituba e no Estado

por Administrador 24-06-2021 há 1 mês 341

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Com 16,4 mil mortes por Covid-19 e 1.035.042 casos confirmados, Santa Catarina mantém desde abril número elevado de casos ativos da doença, acima de 15 mil registros. Na quarta-feira (23), segundo o boletim divulgado pelo governo estadual, 21.110 pessoas seguiam com a doença e sendo monitoradas.

Em Imbituba, a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA), através da Vigilância Epidemiológica, confirmou, de terça-feira (22) até esta quinta (24), 48 novos casos da Covid-19. No município, há 44 pessoas infectadas em tratamento e 24 casos suspeitos aguardando resultados de exames.

A pandemia já fez 102 vítimas fatais em Imbituba, onde o hospital São Camilo está com os 10 leitos de UTI ocupados, enquanto cinco pessoas estão em tratamento na ala covid-19, aguardando vagas na UTI, três delas com o diagnóstico para a doença já confirmado.

Para especialistas, esse alto número impacta diretamente no aumento de mortes e na ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Atual estoque de medicamentos também preocupa.

"Quando a gente tem um aumento do número de casos ativos depois de três, quatro semanas, temos um impacto no serviço de saúde pelo aumento da demanda nas internações. E depois, mais umas duas, três semanas, a gente tem um impacto direto no aumento no número de óbitos. Então acaba sendo uma cascata", disse a epidemiologista Alexandra Crispim Boing.


"A terceira onda iniciou"

O secretário de Estado da Saúde, André Motta Ribeiro, afirmou que o estado já enfrenta o que chamou de "terceira onda" da doença. Contudo, segundo ele, o aumento no número de casos ainda não se refletiu nas UTIs do estado.
"A terceira onda iniciou. Nós temos hoje um número médio de casos por dia quase 20% maior do que nós tínhamos no mês passado. Felizmente, não se refletiu ainda na necessidade de terapia intensiva, mas ainda temos algumas semanas de atenção nessa questão", disse André Motta Ribeiro.

Falta de medicamentos

No entanto, alguns hospitais já voltaram a se preocupar com a ocupação de leitos e a falta de medicamentos nos estoques. Até esta quarta-feira (23) a ocupação geral era de 96,3% dos leitos no estado. A região Oeste catarinense é uma das mais críticas, com apenas uma vaga disponível na noite de quarta, quando duas pacientes com Covid esperavam por vaga de UTI.

Em todo estado são 35 pessoas, a maioria no Sul, onde há 23 pessoas. Na região, há quatro vagas disponíveis, segundo os dados do governo estadual.

"Se aumentar muito a nossa preocupação é que o sistema hospitalar novamente entre em colapso. Nós não temos como aumentar mais leitos. A maioria dos hospitais já chegou no seu limite. Não por questão de estrutura física, mas por falta de profissionais da saúde. O estoque [de medicamentos] é para um dia ou dois", pontua a diretora do Hospital Regional São Paulo em Xanxerê.

Santa Catarina tem 15 das 16 regiões em situação gravíssima. O decreto estadual que vigora até 30 de junho estabelece restrições de ocupação e horários em estabelecimentos como algumas das medidas para tentar conter o avanço da doença. O governo diz que os municípios têm autonomia para tomar decisões mais restritivas, de forma regionalizada.

Em todo estado são 35 pessoas, a maioria no Sul, onde há 23 pessoas. Na região, há quatro vagas disponíveis, segundo os dados do governo estadual.

Para a Alexandra Boing, é necessário mais rigor. "A partir do momento que ficar focando apenas na gestão da consequência, o estado vai ter repetidos picos e a gente vai demorar muito mais tempo para sair da pandemia e tendo consequências sérias, sociais e econômicas", diz.


Amurel recebe mais de 10 mil doses de vacinas contra a covid-19; Janssen chega pela 1ª vez à região

E a Secretaria de Estado da Saúde (SES) recebeu nesta quinta-feira (24) três novas remessas de vacinas contra a covid-19, totalizando 265.130 novas doses para o Estado. Desse total, 10.340 serão encaminhadas nesta sexta-feira (25) pela manhã para a Regional de Saúde de Tubarão, que distribui para os municípios da Amurel. Os novos lotes incluem doses da Coronavac e da Pfizer, além das vacinas da Janssen. Essa é a primeira vez que o Estado recebe uma remessa da vacina fabricada pela Johnson & Johnson, que é aplicada em dose única. Todas as cidades catarinenses vão receber doses de todos os fabricantes.


A distribuição

Nesta remessa, serão encaminhadas aos municípios catarinenses 202.030 doses. As 86.580 doses da Pfizer e as 52.350 doses da Janssen serão distribuídas integralmente para aplicação da D1 e dose única, respectivamente. No caso da Coronavac, serão distribuídas, neste momento, metade das doses recebidas, ou seja, 63.100 unidades, para a reserva da segunda dose (D2). Todos os 295 municípios catarinenses vão receber vacinas de todos os fabricantes.
Com mais remessa, o Estado dará continuidade à vacinação dos grupos prioritários e da população com idade entre 50 e 54 anos e dará início à vacinação da população com idade entre 45 e 49 anos.

“É importante reforçar que os municípios só devem avançar para a próxima faixa etária, antes das datas estabelecidas pelo Estado, caso a cobertura vacinal do grupo que estiver sendo vacinado for superior a 75%. Essa medida é importante para que uma parte considerável da população seja vacinada antes de avançar para a próxima”, assinala o diretor da Dive, João Augusto Brancher Fuck.


Bom exemplo: Mesmo já tendo sido acometido pela covid-19, Governador Moisés é vacinado em Laguna

O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), recebeu a 1ª dose da vacina contra a Covid-19 nesta quinta-feira (24) em Laguna, no Sul catarinense. A imunização ocorreu no posto de saúde da Passagem da Barra, que fica na região em que o político possui residência.
Moisés estava acompanhando do secretário da Saúde, André Motta, além do prefeito Samir Ahmad e a secretária da pasta.

Ao registrar a foto, o governador não mostrou qual foi o imunizante aplicado. Há uma semana, o chefe do Executivo deixou de divulgar, nas redes sociais, qual a marca das doses de vacina recebidas pelo estado, com o objetivo de desestimular as pessoas que escolhem vacinas e deixam de se imunizar caso a marca preferida não esteja disponível. A Secretaria de Estado da Saúde tem investido nos últimos dias em ações de conscientização sobre a segurança e a eficácia de todos os imunizantes que estão disponíveis pelo SUS.

O governador faz parte do grupo não prioritário para receber a vacina. Com 53 anos, ele está no grupo de pessoas que o município está realizando a imunização. Em Laguna, os imunizantes são aplicados em pessoas com 48 anos ou mais, gestantes, puérperas e lactantes de todas as idades já podem agendar a primeira dose da vacina contra a Covid-19.


Governador teve Covid-19

Em 1° julho de 2020, o governador foi diagnosticado com Covid-19, após sentir sintomas como tosse, dor de garganta, dor de cabeça, e febre baixa. Ele fez todo o tratamento de forma domiciliar. No dia 14 do mesmo mês, Moisés retomou a agenda após anúncio da recuperação.

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