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Terminal pesqueiro de Laguna segue sem fábrica de gelo Política

Terminal pesqueiro de Laguna segue sem fábrica de gelo

por Administrador 07-11-2017 há 2 mêses 324

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O Terminal Pesqueiro de Laguna (TPL) é responsável por 40% da economia do município, recebendo em seu cais grandes embarcações carregadas com toneladas de pescados, que são comercializados pelas empresas locais para as cidades da região Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Com o intuito de transformar o local no maior polo industrial pesqueiro do Brasil, o governo federal liberou R$ 1,5 milhão para realizar a recuperação e ampliação da fábrica de gelo do terminal.

Desativada desde dezembro do ano passado, por conta de um vazamento de amônia que comprometia a segurança dos colaboradores, a fábrica continua fechada. De acordo com o administrador do TPL, Evandro Almeida, o recurso liberado há mais de cinco meses está aplicado na conta da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), que é responsável pelo terminal, e aguarda a conclusão da documentação para abertura de edital de licitação. “A documentação está no jurídico da Codesp para publicação. Acredito que em breve vamos ter a data do edital”, afirma.

O setor pesqueiro gera empregos a partir da atividade em alto-mar, também trabalhadores autônomos e comerciantes, principalmente empresas de beneficiamento de pescado, que atuam com importação e exportação.

Fábrica de gelo foi desativada há mais de 10 meses - Foto: Prefeitura de Laguna

Nesse contexto, a fábrica de gelo é de grande importância para garantir o transporte de peixes e crustáceos que atracam no cais para várias partes do Brasil. O gelo abastece também os caminhões frigoríficos. O produto é fabricado com água do lençol freático, tratado adequadamente e com acompanhamento técnico. Sem data para retomar a produção, a expectativa é de que com a recuperação e ampliação da fábrica, cerca de 240 toneladas de gelo poderão ser produzidas. A estimativa é chegar a R$ 1 milhão em faturamento mensal para o terminal com a produção. “A intenção é atrair novas embarcações e gerar uma economia muito mais forte na nossa região”, destaca.

REDUÇÃO DE CUSTOS

Para minimizar os custos, o terminal também solicitou a exclusão do Serviço de Inspeção Federal (SIF). Desde então, os peixes capturados e desembarcados pelos barcos não podem ser manipulados. “Não atuamos diretamente na venda do pescado. Como não somos indústria, não há necessidade de fazer a manipulação do pescado, apenas damos continuidade ao transporte do peixe. Por isso solicitamos a retirada do SIF”, explica Almeida. A administração tem realizado pequenas obras de melhoria na estrutura do terminal. “Não resta dúvida de que nosso objetivo maior será alcançado transformando o terminal no maior polo industrial pesqueiro do Brasil, gerando empregos, investimentos, recolhimento de impostos ao município e o bem-estar social e sustentabilidade ambiental da região”, afirma o presidente da Codesp, José Alex Oliva. O administrador do terminal reforça que a intenção é deixar o local em pleno funcionamento para o desenvolvimento econômico.

Fonte: Notisul

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  • Laguna
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