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Covid-19: Vacina chega a SC e será distribuída às cidades nesta terça; Prefeito de Imbituba fala como será realizada imunização no município Saúde

Covid-19: Vacina chega a SC e será distribuída às cidades nesta terça; Prefeito de Imbituba fala como será realizada imunização no município

por Administrador 18-01-2021 há 1 mês 2663

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O avião com as doses da vacina contra a Covid-19 para imunização em Santa Catarina pousou em Florianópolis na manhã desta segunda-feira (18). A aeronave C 105 da Força Aérea Brasileira (FAB) chegou às 11h35 na Base Aérea.

A distribuição para as cidades catarinenses deve ocorrer nesta terça-feira (19), via terrestre, por estrada. Já para o Oeste, as doses devem ser levadas de avião ainda na noite desta segunda-feira. O comboio saiu pouco antes das 13h da Base Aérea, na capital, e chegou às 13h40 no almoxarifado da Secretaria de Estado da Saúde (SES), em São José, cidade vizinha na Grande Florianópolis.

Quando o caminhão chegou com as doses ao centro de distribuição do estado, havia policiais militares aguardando para também garantir a segurança do local. No transporte para as demais regiões, devem estar envolvidos 30 policiais.

São 144.040 doses da CoronaVac, em 3.601 caixas, recebidas nesta segunda-feira para vacinar um total de 68.580 pessoas, "considerando que são necessárias duas doses e que haja alguma possível perda técnica".

Com isso, a primeira remessa da vacina vai cobrir 16% do grupo prioritário, já que a população estimada para do primeiro grupo é de 426.678, segundo o plano de vacinação do governo estadual.

São 17.480 doses para a população indígena e 126.560 doses destinadas para as demais pessoas do grupo prioritário.
Com isso, a Secretaria de Saúde espera vacinar 3.460 pessoas com mais de 60 anos que estão em casas geriátricas, 263 pessoas com deficiência que estão em instituições, 8.317 indígenas e 56.540 trabalhadores da saúde.

Vacinação em Imbituba deve iniciar entre quarta e quinta-feira (21); Prefeito explica como será organizada 

O primeiro imbitubense será vacinado contra a Covid-19 entre quarta (20) e quinta-feira (21). A Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) receberá as doses destinadas pelo Ministério da Saúde, através do Governo do Estado, para o combate ao novo coronavírus. Na tarde desta segunda-feira, o prefeito Rosenvaldo Júnior transmitiu informações, por meio do Instagram da Prefeitura, de como será feita a vacinação no município.

“As doses devem estar sendo distribuídas para os municípios já a partir de amanhã. A previsão é de que chegue em Imbituba entre quarta-feira e quinta e assim que chegar já iremos iniciar a vacinação, pois já estamos com todos os insumos necessários para vacinação como seringas e agulhas no município. Então, estamos organizados para iniciar. Vamos seguir as regras do Plano Nacional de Imunização, iniciando pelos grupos prioritários, a princípio, profissionais de saúde, idosos com mais de 65 anos e idosos que estão que estão em instituições de longa permanência. Vai depender muito do número de vacinas que vamos receber agora nesse primeiro lote para a gente poder iniciar e organizar esta campanha”, afirmou Rosenvaldo. 

Enfermeiro é primeiro vacinado contra a Covid-19 em SC

O enfermeiro Júlio César Vasconcellos de Azevedo foi a primeira pessoa a ser vacinada contra a Covid-19 em Santa Catarina. Ele recebeu a primeira dose às 17h35 desta segunda-feira (18) no Instituto de Cardiologia em São José, na Grande Florianópolis. Ele é morador da capital, tem 55 anos e trabalha há 28 no Hospital Celso Ramos, de Florianópolis.

A orientação das autoridades de saúde é que a população continue tomando os cuidados sanitários contra o coronavírus, como uso de máscara e distanciamento social, até que a maior parte da população tenha recebido as duas doses da vacina.

As profissionais que aplicam as vacinas são Patrícia Coelho, da Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive), e Iula Luana Bastos, gerente de imunização da Prefeitura de São José.

Também estiveram presentes na cerimônia o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, o secretário de Estado da Saúde, André Motta e representantes da Federação Catarinense dos Municípios (Fecam).

Distribuição das vacinas

Por volta das 12h30, as caixas de isopor com as vacinas estavam sendo colocadas no baú-frigorífico e pouco antes das 13h já tinham saído da Base Aérea. Uma escolta formada por agentes da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar chegou horas antes na Base Aérea de Florianópolis para aguardar a chegada das doses.
As caixas com mais de três toneladas de materiais para imunização são transportadas em um caminhão refrigerado sob escolta dos veículos das forças de segurança até o centro de distribuição, onde as doses serão fracionadas para as regiões.

A distribuição pelo Estado para as demais cidades deve iniciar ainda nesta segunda. Além da Grande Florianópolis, há mais 16 centros de distribuição no Estado que devem receber as doses: Blumenau, Joinville, Itajaí, Chapecó, Criciúma, Mafra, Tubarão, Rio do Sul, Videira, Lages, Jaraguá do Sul, Araranguá, Joaçaba, São Miguel do Oeste, Xanxerê e Concórdia.

Cerca de 30 policiais irão realizar as escoltas das vacinas do almoxarifado da Secretaria Estadual de Saúde em direção aos municípios. 

As rotas que serão realizadas são as seguintes:

Sul - via terrestre - Tubarão, Criciúma e Araranguá
Planalto Norte - via terrestre - Lages, Rio do Sul, Jaraguá do Sul e Mafra
Meio Oeste - via terrestre - Joaçaba e Videira
Oeste – aéreo - Chapecó, São Miguel do Oeste, Xanxerê e Concórdia
Alto vale - via terrestre - Blumenau e Itajaí
Norte - via terrestre - Joinville
Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, são 144.040 doses da CoronaVac, em 3.601 caixas, recebidas nesta segunda-feira para vacinar um total de 68.580 pessoas, "considerando que são necessárias duas doses e que haja alguma possível perda técnica".

Com isso, a primeira remessa da vacina Coronavac vai cobrir 16% do grupo prioritário, já que a população estimada para do primeiro grupo é de 426.678, segundo o plano de vacinação do governo de Santa Catarina. Os estados podem começar a partir das 17h em todo o país. Mais de 4,6 milhões de doses da CoronaVac, vacina do Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac, estão sendo distribuídas nesta segunda.

Grupos

Confira abaixo quais grupos fazem parte desta primeira fase da vacinação contra Covid-19:

Primeiro: trabalhadores da saúde, a população idosa a partir dos 75 anos de idade, as pessoas com 60 anos ou mais que vivem em instituições de longa permanência (como asilos e instituições psiquiátricas) e a população indígena. População estimada deste grupo é de 426.678 pessoas.

Segundo: pessoas de 60 a 74 anos. População estimada deste grupo é de 844.644 pessoas.

Terceiro: pessoas com comorbidades que apresentam maior chance para agravamento da doença. População estimada deste grupo é de 1.365.028 pessoas.

Quarto: professores, profissionais das forças de segurança e salvamento e funcionários do sistema prisional. População estimada deste grupo é de 166.289 pessoas.

Vacinação no Brasil: Quando começa? É obrigatória? Precisa pagar? Existe vacina melhor do que outra? Tire suas dúvidas

A enfermeira Mônica Calazans foi a primeira pessoa a tomar uma vacina contra a Covid-19 no Brasil sem ser em um teste clínico. Ela recebeu uma dose da CoronaVac em São Paulo minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovar o uso emergencial, em Brasília. Além da CoronaVac, a vacina de Oxford também poderá ser aplicada emergencialmente no Brasil.

Abaixo, veja 15 perguntas e respostas sobre a vacinação no Brasil:

1 - Quando começa a vacinação no Brasil?
O Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, informou que a vacinação contra a Covid-19 deve iniciar a partir da tarde de 18 de janeiro, segunda-feira, em todo o país. A previsão é que a aplicação comece às 17h, segundo Pazuello.

O anúncio foi feito após ele sofrer pressão dos governadores, que pediram para antecipar o início da aplicação das doses, inicialmente previsto para esta quarta-feira (20).

Num primeiro momento, o governo federal usará a CoronaVac. São 6 milhões de doses importadas da China que já estão no Brasil.

Outras 2 milhões de doses da vacina de Oxford devem chegar da Índia, mas não se sabe quando. A operação de translado que seria no fim de semana fracassou.

Em São Paulo, o governador João Doria já havia começado a vacinar. Mais de 100 profissionais de saúde foram imunizados no domingo com a CoronaVac. Nesta segunda (18), doses serão enviadas a 6 hospitais de referência no estado. O Hospital das Clínicas, na capital, montou uma megaoperação para vacinar 30 mil funcionários.

Importante lembrar que a vacinação, no momento, é emergencial e restrita. Há regras específicas (veja aqui). A autorização da Anvisa vale para 8 milhões de doses. Não há como vacinar a população em geral por enquanto.

2 - Preciso levar algum documento ou me cadastrar em algum site?
Não. Todas as pessoas serão vacinadas, mesmo que não apresentem algum documento. Basta comprovar que pertence ao grupo prioritário correspondente à fase da vacinação. No entanto, para fazer o controle, o Ministério da Saúde diz que é importante informar o número do CPF ou apresentar o Cartão Nacional de Saúde (CNS) – o Cartão do SUS.

Caso a pessoa não esteja cadastrada nas bases de dados do Ministério da Saúde, o profissional no posto de saúde poderá registrá-lo no momento do atendimento.

Ministério da Saúde vai registrar informações de todos os vacinados contra Covid-19
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3 - É verdade que o Ministério da Saúde está fazendo um agendamento para receber a vacina?
Não. Em nota, o Ministério da Saúde disse que não realiza agendamento para aplicação de nenhum tipo de vacina, e nem envia códigos para celular dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

4 - Quais vacinas serão aplicadas no Brasil?
Por enquanto, duas vacinas foram aprovadas para uso emergencial: a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, e a vacina de Oxford, desenvolvida pela AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

5 - Quais serão os grupos prioritários?
Segundo o plano nacional de imunização do governo, as prioridades da campanha de vacinação são:

trabalhadores da área de Saúde;
idosos (acima de 60 anos);
indígenas;
pessoas com comorbidades;
professores (do nível básico ao superior);
profissionais de forças de segurança e salvamento;
funcionários do sistema prisional;
comunidades tradicionais ribeirinhas;
quilombolas;
trabalhadores do transporte coletivo;
pessoas em situação de rua;
população privada de liberdade.
6 - Quais serão as fases de vacinação?
De acordo com o plano nacional de imunização, as três primeiras fases incluem os seguintes grupos:

Primeira fase: trabalhadores de saúde; pessoas de 75 anos ou mais; pessoas de 60 anos ou mais institucionalizadas; população indígena aldeado em terras demarcadas aldeada; povos e comunidades tradicionais ribeirinhas.
Segunda fase: Pessoas de 60 a 74 anos.
Terceira fase: pessoas com comorbidades.
Ainda não está definido em qual fase serão inseridos os demais grupos prioritários. Segundo o governo, a decisão depende de aprovação das vacinas e disponibilidade.

7 - Por que a vacinação é importante?
Quanto mais gente se vacinar logo no início, mais fácil será tratar eventuais pessoas que ainda não receberam suas doses e precisarão, portanto, de atendimento médico.

As vacinas não garantem que o paciente não terá Covid-19 novamente, apenas diminuem a chance de infecção e também a gravidade da doença em relação às pessoas que não receberam. Por isso, mesmo os vacinados ainda poderão transmitir o coronavírus. O uso da máscara ainda será fundamental, assim como o isolamento.

"Nenhuma vacina é 100% eficaz. Você só consegue maior proteção quando a maior parte da população se vacina, porque quando tem muita gente vacinando, o vírus diminui a circulação e, então, acaba protegendo também quem não está vacinado. Por isso que não é 'toma quem quer'", disse Denise Garret, epidemiologista e vice-presidente do Instituto Sabin de Vacinas.

8 - A vacina será gratuita?
Sim. A vacina será disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde, sem custos.

9 - Eu devo tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%? Não é melhor esperar outras?
Sim, você deve tomar a vacina mesmo que a eficácia dela não seja de 100%. Veja o que disseram os especialistas consultados pelo G1:

"Primeiro: vem de graça pelo SUS – por que esperar se pode não esperar? Nada impede. O sistema imunológico vai ser ativado por qualquer vacina", lembra Rodrigo Guerra, da UFSM.

"Em geral, é preferível a vacina que está disponível. É melhor vacinar com uma menos eficaz do que esperar mais tempo por uma mais eficaz. Mas é uma situação bem complexa", pondera Lucia Pellanda, da UFCSPA.

"Nenhuma vacina tem eficácia de 100%. Tem eficácia de 90%, nenhuma é 100%. Tem que tomar a vacina que ofereça alguma proteção e que esteja disponível – não adianta sonhar com a vacina de 95% e ela não chegar. O risco a que eu vou ficar exposto em todo esse período é maior do que de já tomar a vacina com eficácia menor, mas com a qual eu garanto uma proteção. Para as formas um pouco mais graves, até foi uma proteção maior. Quem sabe ela proteja mais ainda para formas graves", pontua Alexandre Zavascki, da UFRGS.

"As duas vacinas que estarão provavelmente disponíveis na semana que vem no Brasil [a CoronaVac e a de Oxford] são seguras e este é um fator essencial. Sendo segura, quanto mais pessoas tomarem a vacina, mas diminuímos o risco individual e coletivo e mais rápido chegaremos na imunidade coletiva", explica Otavio Ranzani, médico intensivista e epidemiologista da USP.

10 - Quanto tempo após tomar a vacina eu estarei imunizado contra a Covid-19?
Mesmo após as duas doses da vacina, nosso organismo não gera uma resposta imune imediata, explica o infectologista Jose Geraldo Leite Ribeiro, vice-presidente regional da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

“A proteção se dá um tempo após a aplicação da segunda dose, e esse tempo varia de acordo com cada vacina. Na maioria delas, a imunidade acontece a partir de dez ou vinte dias após a segunda dose”, afirma.

11 - A vacinação contra a Covid-19 acabará com o coronavírus?
Ainda não se sabe. Em maio, a OMS afirmou que não há como prever quando se o coronavírus irá desaparecer um dia, mesmo com uma vacina.

Porém, ainda que a vacina não seja capaz de fazer o vírus desaparecer, ela será capaz de interromper as cadeias de transmissão e conter a disseminação entre as populações.

A previsão dos cientistas e da própria OMS é que o coronavírus se torne endêmico: à exemplo do que ocorre com o Influenza, que infecta novas pessoas todos os anos, o vírus continuará em circulação infectando aqueles que estiverem suscetíveis à Covid-19.

12 - Posso ser infectado pelo coronavírus ao tomar a vacina?
Não, pois nenhuma vacina em testes contém o vírus vivo. “A vacina contra a Covid-19 é uma ‘vacina morta’, ou seja, são inativadas, não contém o vírus vivo. Portanto, é impossível você ser infectado ao se vacinar”, explica Ribeiro.

13 - A vacinação será obrigatória?
Na prática, as vacinas no Brasil já são 'obrigatórias'. Em diversos estados e cidades brasileiras, quem quiser matricular filhos em colégios públicos, por exemplo, precisa mostrar cadernetas de vacinação em dia. A necessidade de apresentação de caderneta também é obrigatória para quem quer disputar cargos públicos no Brasil e imunização em dia é ‘condição necessária’ para quem se inscreve no Bolsa Família. Outro exemplo de “obrigatoriedade” é a vacina de febre amarela. Segundo a OMS, 127 países exigem a vacinação contra a doença.

Em dezembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a aplicação de medidas restritivas para quem se recusar a se vacinar contra a Covid-19. Eles entenderam que essas medidas são necessárias porque a saúde coletiva não pode ser prejudicada por decisão individual.


14 - Quando teremos imunidade de rebanho com a vacinação?
Ainda é difícil de definir o prazo para atingir a imunidade de rebanho das vacinas contra a Covid-19. Um dos motivos é a falta de definição de qual será a quantidade de doses por mês no Brasil, além de uma certa incerteza dos cientistas com relação à porcentagem da população que é necessária para barrar a transmissão.

A imunidade de rebanho acontece quando muitas pessoas adquirem anticorpos ou uma resposta imunológica a uma determinada doença infecciosa. O agente patogênico passa a encontrar menos pessoas sem imunidade e encontra dificuldade em se propagar, ou seja a cadeia de transmissão da enfermidade é interrompida.

Para Ribeiro, é imprudente estimar quando e em qual taxa de população vacinada ocorrerá a imunidade de rebanho.

“Há autores que, por meio de modelos matemáticos, estimam que pelo menos 60% da população tem que ser vacinada para gerar imunidade de rebanho, mas é uma estimativa teórica. Eu não assinaria embaixo”, explica o infectologista da SBIm.
“Geralmente, esse dado só é conhecido depois que se vacina grande parte da população e a acompanha durante 3 ou 4 anos", diz.

Outro fator a se considerar é que apenas os grupos de risco serão vacinados em 2021, uma parcela muito pequena da população.

"A vacinação em 2021 não vai interferir na circulação do coronavírus. Além disso, temos que lembrar que nenhuma das vacinas em teste é 100% eficaz. Se uma vacina tem eficácia de 95%, como a da Moderna, por exemplo, quer dizer que a vacina falhou em cinco a cada cem pessoas vacinadas", completa Ribeiro.

'Imunidade de rebanho': o que é e quais os riscos de deixar a pandemia correr seu curso

15 - Não sou grupo de risco, não sei quando serei vacinado pelo SUS. Poderei comprar a vacina em uma clínica particular?
Ainda não há uma previsão de quando as clínicas particulares conseguirão comprar lotes das vacinas contra a Covid-19 que forem aprovadas no Brasil.

A orientação dos órgão de saúde nacionais e internacionais é que todas as doses produzidas pelos laboratórios neste primeiro momento sejam direcionadas aos governos, com a finalidade de garantir que as pessoas dos grupos de risco sejam imunizadas o mais breve possível.

Assim, a resposta para esta pergunta dependerá, entre outros fatores, da capacidade de produção e entrega pelas farmacêuticas para atender tanto os governos como as clínicas particulares.

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