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"Gêmeo do Mal": operação faz buscas em residência de casal de servidores públicos no centro de Imaruí e apreende documentos e eletrônicos

por Administrador 21-11-2020 há 4 dias 1989

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Em continuidade às investigações da Operação Gêmeo do Mal, que prendeu um empresário e afastou dois servidores públicos há duas semanas, em Imaruí acusados de fraudes em licitações da prefeitura, a Polícia Civil, por intermédio da 2° DECOR - Delegacia Especializada no Combate à Corrupção – com apoio da Delegacia de Polícia de Imaruí, cumpriu um mandado de busca e apreensão numa residência situada no centro do município.

A ação policial foi realizada na tarde desta sexta-feira (20), no imóvel pertencente a um casal de servidores públicos, sendo um da Prefeitura e o outro da Segurança Pública do Estado. Na casa, foram apreendidos equipamentos eletrônicos e documentos que possam trazer provas e instruir o Inquérito Policial em curso. O empresário preso na deflagração da Operação permanece detido. 


Relembre a operação Gêmeo do Mal

No último dia 9 (novembro), um empresário do ramo da construção civil foi preso e sete mandados de busca e apreensão foram cumpridos Polícia Civil, em repartições públicas e residências de servidores do município de Imaruí. 

Chamada “Gêmeo do Mal” em referência ao nome da empresa investigada, operação apura a existência de uma organização criminosa responsável por diversas fraudes em licitações que já causaram prejuízos milionários aos cofres do município, além de outros crimes. 

Iniciada há cerca de quatro meses, a investigação identificou que os envolvidos engendraram uma organização criminosa para subtrair recursos públicos através de fraudes em licitações, superfaturamento de serviços e obras, prestação insuficiente ou deficiente, descumprimento de obrigações dos editais, entre outros.

O empresário detido, associado a agentes públicos, utilizou-se de sua empresa para monopolizar licitações e propiciar o enriquecimento ilícito dos envolvidos. Um servidor público que atuou nas comissões de licitações, inclusive, foi identificado como sendo “sócio oculto” da empresa utilizada pela quadrilha. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pela Polícia Civil.

Dois servidores foram afastados de suas funções públicas por meio de medidas cautelares na operação da 2ª DECOR (Delegacia Especializada no Combate à Corrupção – Região Sul) e da Delegacia de Imaruí. Além destes crimes, há indícios de prática de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de dinheiro e improbidade administrativa. Os valores envolvidos, em pouco mais de três anos, ultrapassam R$ 3.1 milhões em valores não corrigidos, o que atualmente equivaleria a cerca de R$ 3.7 milhões. 

À época, a Polícia Civil apreendeu celulares e veículos dos investigados, além de aparelhos eletrônicos e documentos, dentre eles, cerca de uma dúzia de processos licitatórios sob suspeita. Todos os contratos vigentes foram suspensos, bem como pagamentos a receber, além de outras medidas


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