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Na Câmara, entidades pedem rigor em leis, mais fiscalização e derrubada de casa construída em pleno costão do Rosa Norte Meio Ambiente

Na Câmara, entidades pedem rigor em leis, mais fiscalização e derrubada de casa construída em pleno costão do Rosa Norte

por Administrador 22-08-2017 há 9 mêses 1188

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Fotos: Israel Costa/Portal AHora


Entidades e movimentos de Imbituba e região, como o SOS Rosa Norte, participaram da sessão na Câmara de Vereadores desta segunda-feira (21), quando discutiram a situação da chamada “casa do Rosa Norte”. 

Munidos de cartazes e camisetas com dizeres que pedem a derrubada da edificação que estaria sendo construída de forma irregular em pleno costão da Praia do Rosa, cerca de 50 pessoas lotaram o plenário da Casa legislativa no intuito de alertar população e vereadores quanto à necessidade de proteger não só o meio ambiente, mas também a paisagem do local frequentado durante todo ano por milhares de pessoas.

A convocação das entidades partiu do vereador Gilberto Pereira, o Beto do Zé Neide (PR), que teve origem depois que o parlamentar participou de uma assembleia realizada pelo Conselho Comunitário de Ibiraquera, bairro onde foi edificada a casa. Pereira e o vereador Eduardo Faustina (PT), que sugeriu à administração rever a autorização dada para construção concedida ainda no ano passado, irão protocolar uma indicação ao Executivo para alterar o Plano Diretor naquela área, "para colocar tudo como zona de preservação ambiental", enfatizou Pereira. 

Conforme o vereador do PR, o debate serviu para, além de motivar a indicação, expor a situação atual da construção da Casa do Rosa Norte, localizada na Praia do Rosa, que possui processo judicial “por ser considerada irregular”. Pereira enfatiza que já existe inclusive uma ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal, que determina a derrubada da edificação.


Em seu perfil na internet, o movimento SOS Rosa Norte comentou a convocação para a sessão na Câmara. “Nosso movimento existe há mais de um ano e somente agora conseguiu chamar a atenção do Poder Legislativo. É uma oportunidade única, em que vamos expor um problema que atinge todos: a ocupação desordenada dos espaços públicos e a sobreposição de interesses particularizados sobre os coletivos.”

O grupo lamenta o fato de que a “legislação municipal permita edificações de até sete metros nos morros da Praia do Rosa”. “É isso que queremos, morros de concreto?”, questiona a publicação do movimento.

O edil, que é um dos representantes da região Norte no Legislativo afirma que a construção de alvenaria no topo do morro no Rosa Norte é de propriedade privada e está localizada dentro de uma área de Mata Atlântica, de Área de Preservação Permanente (APP) e APA da Baleia Franca (APA-BF).

“Essa construção representa grande prejuízo ao meio ambiente, além de ser um atentado à paisagem do local, na destruição do mais importante cartão postal do município. O costão e a mata atlântica são essenciais para aquele bioma, e a Praia do Rosa é um local de suma importância para o município, pois está entre as 30 baías mais belas do mundo”, afirma Pereira.


Representante da região Norte do município, Beto do Zé Neide (PR) foi o vereador que fomentou o debate convocando as entidades e pedindo mudanças no `plano diretor

Para Beto do Zé Neide , somente pelo título de reconhecimento internacional ecológico e turístico, já seria o suficiente para que população e seus representes exigissem que a paisagem local seja preservada.




















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