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Imaruí: Prefeito manobra na Câmara, não atende pleito de trabalhadores e servidores seguem em greve que já dura duas semanas  Educação

Imaruí: Prefeito manobra na Câmara, não atende pleito de trabalhadores e servidores seguem em greve que já dura duas semanas

por Administrador 23-07-2019 há 1 ano 2505

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Há duas semanas em estado de greve, os servidores municipais de Imaruí decidiram continuar “com os braços cruzados” em forma de protesto, por tempo indeterminado, até que a prefeitura atenda as reivindicações dos trabalhadores, de direitos garantidos por leis. 

O reinício das aulas na rede municipal estava marcado para esta terça-feira (23),  mas por conta da paralisação dos professores, motoristas e auxiliares da Educação as escolas continuam  sem funcionamento. 

Na última semana, a Prefeitura chegou a apresentar ao Sindicato da classe um Projeto de Lei (PL) que instituiria aumentos salariais somente aos educadores, chegando ao valor do Piso Nacional do Magistério, PL que seria votado na Sessão Extraordinária convocada para esta segunda-feira(22).  

No entanto, segundo uma professora que não quis se identificar, o prefeito Rui José Candemil Jr. retirou este projeto e outros após o presidente da Câmara de Vereadores não ter colocado na pauta da noite um projeto de seu interesse, o que entrega a gestão da Saúde do município a uma Organização Social (OS), por meio de um contrato, com valores pagos dos cofres públicos à OS.

Os trabalhadores – entre eles professores, motoristas, merendeiras e agentes de educação - cobram do prefeito Rui José Candemil Jr. a reposição de perdas salariais, o pagamento de horas-extras aos motoristas da Educação e da Saúde, o pagamento do piso nacional dos professores e dos agentes de saúde e o reajuste do vele-alimentação, que não ocorre desde 2013.

A retirada de pauta não foi a primeira tentativa de manobra por parte do Prefeito. Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Imaruí, há cerca de duas semanas a Prefeitura, com o objetivo de tentar enfraquecer o movimento dos trabalhadores, resolveu, por meio de decreto, antecipar as férias escolares sem consultar servidores, estudantes e pais.,  

"Além de retirarem de pauta o projeto de aumento salarial dos professores, as outras categorias que estão engajadas no movimento não têm garantia de receber seus direitos. E eles também estão pedindo reajuste salarial, diminuição da jornada de trabalho e o aumento do vale alimentação. Nós professores não vamos aceitar receber reajustes sozinhos e o projeto do piso salarial ser aprovado enquanto o prefeito nada fizer pelas outras categorias. Por isto a greve continua”, disse a professora.

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