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Com protestos e sem aulas, servidores mantêm paralisação em Imaruí e estado de greve entra no 3º dia nesta quinta (11) Educação

Com protestos e sem aulas, servidores mantêm paralisação em Imaruí e estado de greve entra no 3º dia nesta quinta (11)

por Administrador 10-07-2019 há 1 semana 963

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Os servidores públicos da área de educação da prefeitura de Imaruí  deram continuidade nesta quarta-feira (10) à paralisação iniciada terça-feira (09). Mais uma vez com apitaço, faixas e gritos de ordem, os trabalhadores, em frente à prefeitura, cobraram do prefeito Rui José Candemil Jr. (PSD) a reposição de perdas salariais, o pagamento de horas-extras aos motoristas da educação e de saúde e o  pagamento dos pisos nacional dos professores e dos agentes de saúde que é promessa de campanha do gestor que já comanda o município há dois anos e meio.

Conforme um professor, mais docentes aderiram a 'greve' e com isso novamente as escolas praticamente não tiveram aulas pelo segundo dia consecutivo. Nesta quinta-feira (11), os professores, merendeiras, motoristas e agentes educadores novamente vão cruzar os braços e as escolas não deverão funcionar. 

Contudo, segundo os professores, apesar de não receber os trabalhadores e nem propor negociação, a Prefeitura, autoritariamente, por meio do Secretário de Educação Daniel Crescêncio, preparou uma manobra para enfraquecer o movimento, adiantando em duas semanas as férias da classe, sem consultar os educadores, pais e alunos. 

"Nesta quinta-feira, às 8h, estaremos outra vez em frente ao sindicato e à noite vamos à Câmara de Vereadores. Temos uma reunião com os parlamentares, pais e professores para explicarmos a situação. Enquanto isso, o prefeito não nos procura e não apresenta uma solução", expõe. 

De acordo com o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos de Imaruí, Evaldo da Silva, as reivindicações foram protocoladas na prefeitura em março, no entanto, nada foi resolvido. "Estão retirando os nossos direitos e impondo projetos que temos que concordar. Foi assim na secretaria da Saúde e também na Educação. Hoje à tarde recebemos uma informação que o período de férias que iniciaria daqui duas semanas já começou. Os pais, responsáveis e alunos foram 'pegos' de surpresa", conta.

Professores, merendeiras, motoristas e demais servidores da educação afirmam que há pelo menos dois anos não têm reajustes salariais reais incorporados. Eles marcharam pela cidade e durante todo o dia se concentraram entre a prefeitura, Câmara de Vereadores e Secretaria Municipal de Educação, onde as sedes dos órgãos são separadas por uma rua no centro da cidade.

Tentamos contato com o chefe do poder Executivo e da secretaria de Educação, porém não obtivemos êxito. 

“São vários benefícios ignorados. Promessa de um plano que não se concretiza, este governo só sabe impor e não dialoga com os trabalhadores”, lamenta o representante dos trabalhadores.

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