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Membros de facção criminosa são condenados por morte de jovem, cruelmente assassinada a tiros no ano passado Segurança

Membros de facção criminosa são condenados por morte de jovem, cruelmente assassinada a tiros no ano passado

por Administrador 06-12-2018 há 4 dias 892

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Dois homens, apontados pelo Ministério Público como integrantes de facção criminosa, foram julgados e condenados por homicídio triplamente qualificado e organização criminosa na em  Laguna.

Com este julgamento, foram sete os faccionados julgados e condenados neste ano pelo Tribunal do Júri na cidade, com penas aplicadas que variaram de 6 a 37 anos de reclusão.

Os dois réus, julgados na terça-feira, foram Luan Lamarca de Lima e Yuri Freitas Delfino, condenados, respectivamente, a 14 anos e 10 anos de reclusão pelo homicídio triplamente qualificado de Daiany Cardoso Maurício. A jovem foi morta em março de 2017, a tiros. A dupla também foi condenada a mais quatro anos e um mês de reclusão, para cada um, por integrar organização criminosa, sendo todas as penas em regime inicial fechado.

A denúncia apresentada pelo Ministério Público sustentou que os dois acusados, e mais um terceiro, denunciado pelo mesmo crime em outra ação, foram os responsáveis pelo assassinato da vítima, motivado pela suspeita de que Daiany faria parte de uma facção criminosa rival.

Para consumar o crime, Luan convocou a vítima para uma reunião, na qual deveria explicar à qual facção servia. No entanto, a decisão já estava tomada. No encontro, a vítima foi brutalmente arrastada e morta com vários disparos de arma de fogo.

Conforme sustentado pela 1ª Promotoria de Justiça de Laguna, o conselho de sentença considerou os réus culpados por homicídio triplamente qualificado, por ter sido praticado por motivo torpe, com uso de meio cruel e mediante dissimulação e pelo crime de organização criminosa.

O CRIME

Daiany Cardoso Maurício, a “Daianinha”, de 28 anos, foi encontrada sem vida em março do ano passado na praia do Gi, em Laguna.

Segundo as investigações da Polícia Civil, através da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Laguna, a vítima fez parte da ramificação lagunense de uma organização criminosa, juntamente com seu ex-companheiro, que também foi assassinado. Daiany foi executada.

De acordo com a polícia, a facção a qual pertencia possuía forte influência no tráfico de drogas nas localidades de “Malvina” e COHAB. Após as disputas entre traficantes rivais daquelas localidades com os dos bairros “Casqueiro” e “Alagamar”, filiados a outra organização criminosa, o outro grupo passou a controlar a “Malvina” e a COHAB.

A vítima foi observada e julgada pelo grupo, que não sabia se poderia confiar que ela fosse deixar sua facção original para se juntar a eles. Ela foi executada na noite do seu julgamento.

Antes de morrer, segundo a polícia, a vítima conseguiu dispensar seu telefone celular, que foi recuperado por policiais e corroborou as suspeitas de execução e os motivos que levaram ao crime.

 Fonte: Diário do Sul

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