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Serviços do IGP de Laguna e Tubarão, que atende 21 cidades da região, seguem afetados por falta de efetivo Segurança

Serviços do IGP de Laguna e Tubarão, que atende 21 cidades da região, seguem afetados por falta de efetivo

por Redação 08-08-2018 há 2 mêses 261

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O efetivo do Instituto-Geral de Perícias (IGP) de Santa Catarina está muito baixo para tanta demanda. A falta de médicos legistas, em Tubarão, por exemplo, tem provocado angústia nos familiares que perdem os seus parentes em acidentes, homicídios ou outras mortes violentas, e ainda precisam esperar os corpos serem encaminhados a Criciúma para somente lá passar por perícia. O plantão do Departamento Médico-Legal funciona normalmente, no entanto, há cerca de um mês a unidade tubaronense tem passado por alguns problemas.

O perito criminal responsável pelo Núcleo de Perícias de Tubarão, Flávio Almeida, conta que o médico legista da Cidade Azul precisou se afastar de suas atividades por alguns dias por motivo de saúde. “Temos um médico na unidade de Tubarão e outro em Laguna. Quando há falta de um, o outro presta atendimento nas duas. Porém, no fim de semana que o profissional que está de atestado deveria atender, a unidade conta com o apoio do Instituto Médico-Legal de Criciúma”, explica.

Em todo o Estado há 29 unidades do IGP. O quadro ideal de profissionais para exercer a função de perito criminal deveria ser de 585, mas apenas 222 exercem a função. Há cinco anos, eram 22 em atuação na região Sul, agora apenas oito exercem o trabalho. Na Amurel, apenas Flávio desempenha a função. No mês passado, um profissional de Laguna foi transferido para Palhoça, na Grande Florianópolis. A expectativa era que um novo servidor viesse para substituir, mas passados quase um mês não ocorreu tal contratação.

Recentemente, 51 pessoas foram aprovadas nas funções de perito oficial e técnico pericial, mas há dois possíveis impedimentos para a convocação imediata: a situação financeira do Estado, que tem sido usada como argumento para a negativa de qualquer chamamento de novos servidores, e as nomeações devido à legislação eleitoral. A expectativa da direção do IGP catarinense é que ao menos 20 funcionários sejam contratados. A remuneração desses novos peritos custaria quase R$ 1 milhão por mês.

 

Fonte: Notisul

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