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Mais um reajuste: Preço do gás de cozinha nas refinarias aumenta a partir desta quinta Economia

Mais um reajuste: Preço do gás de cozinha nas refinarias aumenta a partir desta quinta

por Redação 05-07-2018 há 4 mêses 373

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A Petrobras reajustou o preço do gás de cozinha (GLP) em 4,4%. O botijão de 13 quilos passa a valer R$ 23,10 a partir desta quinta. No acumulado do ano, o GLP apresenta aumento de 5,2%, se comparado ao preço praticado em dezembro do ano passado.

A estatal informou que o reajuste ocorre devido à desvalorização do real frente ao dólar, que apenas entre março a junho foi de 16%, e ao reajuste de 22,9% do preço do GLP no mercado internacional no mesmo período.

A POLÍTICA DE PREÇOS DA PETROBRAS ADOTADA PELO GOVERNO TEMER

Associações brasileiras em defesa da Estatal batizaram a linha adotada pela atual gestão da empresa de “America first! ” – “os Estados Unidos primeiro!”.

A atual política começou a vigorar em outubro de 2016, dois meses após o impeachment da presidente Dilma Rousseff. À época, a empresa explicava que os reajustes seriam baseados na paridade com o mercado internacional e "mais uma margem que será praticada para remunerar riscos inerentes à operação, como, por exemplo, volatilidade da taxa de câmbio e dos preços sobre estadias em portos, e lucro, além de tributos. A Petrobras dizia ainda que a nova política previa "avaliações para revisões de preços pelo menos uma vez por mês".

Na prática, as revisões de preços foram mais frequentes do que "uma vez por mês", são altas consecutivas em função da variação do preço do petróleo e derivados no mercado internacional e da variação da taxa cambial que já chegou em determinado período a apresentar cinco altas consecutivas em uma semana.

Em nota, por exemplo, divulgada pela Aepet (Associação dos Engenheiros da Petrobras) a Associação pontua:

Os engenheiros da companhia alertam para o que consideram ser uma "falácia", de que a mudança da política de preços atual ameaçaria a capacidade empresarial da Petrobras.

"Esclarecemos à sociedade que a mudança na política de preços, com a redução dos preços no mercado interno, tem o potencial de melhorar o desempenho corporativo, ou de ser neutra, caso a redução dos preços nas refinarias seja significativa, na medida em que a Petrobras pode recuperar o mercado entregue aos concorrentes por meio da atual política de preços. Além da recuperação do mercado perdido, o tamanho do mercado tende a se expandir porque a demanda se aquece com preços mais baixos", explicam.

Com a adoção da atual política de ajuste de preços atrelada ao mercado internacional, há setores que ganham, em prejuízo do resto da sociedade, segundo a Aepet.

"Ganharam os produtores norte-americanos, os 'traders' multinacionais, os importadores e distribuidores de capital privado no Brasil. Perdem os consumidores brasileiros, a Petrobras, a União e os estados federados com os impactos recessivos e na arrecadação. Batizamos essa política de 'America first!' – 'os Estados Unidos primeiro!'”. 

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