Secretário da Comunicação reforça necessidade de checagem de informações, principalmente sobre a greve - Veja algumas fake news que circulam
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Secretário da Comunicação reforça necessidade de checagem de informações, principalmente sobre a greve - Veja algumas fake news que circulam Segurança

Secretário da Comunicação reforça necessidade de checagem de informações, principalmente sobre a greve - Veja algumas fake news que circulam

por Administrador 28-05-2018 há 2 mêses 441

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A proliferação de notícias falsas em momentos de crise representa um risco para o agravamento de situações já complicadas. A avaliação é do secretário de Estado da Comunicação, Gonzalo Pereira, que reforça a necessidade dos cidadãos sempre checarem as informações que recebem, especialmente por meio das mídias sociais e de aplicativos como o WhastApp.

"Em um momento como esse, há pessoas que se aproveitam para disseminar conteúdo falso ou compartilhar acontecimentos antigos como se fossem atuais. Por isso, é importante que o cidadão sempre confirme se aquilo que está compartilhando é, de fato, verídico. Isso pode ser feito por meio de uma simples checagem nos órgãos oficiais de comunicação, como o portal do Governo Estado, ou nos veículos de comunicação que possuem uma reconhecida reputação de não disseminar fake news", afirma Pereira.

Desde a última terça-feira, toda a equipe da Secretaria de Estado da Comunicação trabalha em um regime especial para repassar informações devidamente checadas à população e atender aos órgãos de imprensa. Esse trabalho ocorre por determinação do governador Eduardo Pinho Moreira de dar total transparência às ações de governo e continuará até que a situação de abastecimento se normalize em Santa Catarina. 

"Continuaremos a informar os catarinenses da melhor maneira possível. E o cidadão pode ter a certeza de que aquilo que está disponível no www.sc.gov.br é um conteúdo confirmado e checado", diz o secretário.

Gonzalo ressalta ainda os esforços do governo de Santa Catarina para manter os serviços básicos funcionando para a população, especialmente nas áreas de saúde, segurança pública e educação. Como exemplo positivo, ele conta que, mesmo depois de uma semana de paralisação dos caminhoneiros, 93% das escolas estaduais tiveram aulas normalmente nesta segunda-feira e que os atendimentos na saúde, especialmente nas áreas de urgência e emergência, não sofreram alteração.

A greve de caminhoneiros parece estar deixando o campo da economia e adentrando a esfera política, com diversos grupos se aproveitando para difundir fake news pelas redes sociais e pelo WhatsApp.

Veja algumas das informações falsas que estão sendo compartilhadas:


> O corte da energia elétrica

Neste fim de semana, circulavam vídeos com informações de que o governo cortaria energia elétrica de todo o País se a greve não chegasse ao fim.

> Bloqueio do WhatsApp

Também eram compartilhadas mensagens sobre uma suposta atualização do aplicativo, que ‘bloquearia imediatamente’ seu uso, dificultando a comunicação entre os caminhoneiros em greve.

> ‘Quebra-pau’ na Câmara e estado de sítio

Outra mensagem falava de uma confusão na Câmara dos Deputados, com direito a deputados saindo no braço.

O presidente Michel Temer teria, ainda, decretado estado de sítio, mas a TV não estaria cobrindo o assunto propositalmente.

> A renúncia de Temer

Outra informação falsa muito compartilhada foi a de que o presidente estaria prestes a renunciar ao cargo. O site Aos Fatos, que checa publicações enganosas nas redes sociais, entrou em contato com a Secretaria de Imprensa da Presidência da República, que desmentiu o boato: “a informação é absurda, carece de qualquer fundamento”.

> Intervenção Militar

Entre grupos de Whatsapp, também circulam correntes alertando sobre a iminência de uma suposta tomada do poder pelas Forças Armadas e tiram de contexto ou inventam falas de autoridades como o próprio comandante do Exército, o General Eduardo Villas Boas.

Outras dão “dados detalhados” sobre operações especiais do Exército para tomar o poder, sem citar fontes, e também afirmam erroneamente que a Constituição Federal prevê “prazo de 7 dias e 6 horas de paralisação para que o Exército assuma o poder”.

Segundo informações do Estadão, a grande preocupação das Forças Armadas com o compartilhamento desses boatos é parecer que os militares, de fato, querem um protagonismo.

Foto: Jaqueline Noceti / Secom

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