Polícia investiga envolvimento de Alessandra com morador do Morro do Mocotó e deve ouvir as amigas, da Divinéia, que estavam com ela
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Polícia investiga envolvimento de Alessandra com morador do Morro do Mocotó e deve ouvir as amigas, da Divinéia, que estavam com ela Segurança

Polícia investiga envolvimento de Alessandra com morador do Morro do Mocotó e deve ouvir as amigas, da Divinéia, que estavam com ela

por Administrador 24-04-2018 há 3 mêses 4711

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A Polícia Civil continua investigando a morte da jovem Alessandra dos Santos Bernardino, de 19 anos, que foi encontrada morta em um barranco no bairro Colônia Santana, em São José, no último sábado (21).

Alessandra era moradora do bairro Araçá, em Imbituba, e estava desaparecida desde o último dia 13 de abril, quando saiu de casa para ir até uma festa em Florianópolis e não mais retornou.

 Ela estava na companhia de duas amigas, que segundo o delegado Wanderley Redondo, titular da Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas da capital, são testemunhas-chave para o esclarecimento do crime. Ela e as amigas, que segundo informações da mãe da vítima, são moradoras do bairro Vila Nova Alvorada, em Imbituba, foram a um Baile Funk, no Morro do Mocotó, comunidade que convive com disputas de facções criminosas ligadas ao tráfico, mas perderam contato durante a festa. As duas amigas, retornaram na manhã seguinte e Alessandra não foi mais vista com vida depois daquela manhã.

Os investigadores da DPPD - Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas da capital estava na busca de pistas e informações que levassem à localização da jovem até que um homem avistou o corpo da jovem em um local afastado, de pouca circulação de pessoas, nas proximidades da Estrada Geral da Colônia Santana.

 A reportagem do Portal Ahora esteve durante esse tempo em contato com a mãe de Alessandra, Márcia dos Santos, que estava desesperada a cada dia que passava sem notícias da filha. Ela contou que Alessandra nunca havia feito algo parecido, de ficar muito tempo sem fazer contato com a família, sem usar as redes sociais ou deixar o telefone desligado. E a preocupação tinha fundamento.

Comunidade do Morro do Mocotó, em Florianópolis


Uma informação divulgada recentemente pela Polícia Civil relata que uma foto, postada nas redes sociais, com um suposto traficante do Morro, gerou irritação do chefe de uma facção criminosa rival que dominava o território onde o Baile estava sendo realizado e que esta tenha sido a motivação para o crime.

Outra informação, também há pouco divulgada, dão conta de que ela fazia viagens constantes à Florianópolis e de que possivelmente não sabia que o Baile Funk, onde estava até seu desaparecimento, tinha sido organizado por este grupo rival ao do suposto “namorado” e de que ela foi julgada e condenada por um “tribunal do crime” após irritar o chefe desta facção.

A Polícia Civil aguarda o depoimento das amigas que acompanharam Alessandra à Festa e espera com isso identificar pessoas dentro da comunidade do Morro do Mocotó e conseguir pistas sobre os mandantes e os executores de Alessandra, morta barbaramente a tiros de arma de fogo.

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