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Projeto da Escola Nova Ambrósio, de Garopaba, usa o surfe como ferramenta de aprendizado Esportes

Projeto da Escola Nova Ambrósio, de Garopaba, usa o surfe como ferramenta de aprendizado

por Redação 24-04-2018 há 5 mêses 381

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Por Glaucia Damazio

 Esporte, ciências da natureza, ciências humanas, matemática, geografia: essas são algumas das disciplinas envolvidas no projeto Surf Educa, desenvolvido pelo Núcleo Inteligente Amantes do Surf (NIAS) e diversos parceiros na EMEF Nova Ambrósio, em Garopaba.

Depois do trabalho em sala de aula, os alunos encerram ciclo de aprendizado na beira da praia, com vivências práticas dos conteúdos da Base Nacional Comum Curricular e do Projeto Político Pedagógico (PPP). “Se a gente não coloca em prática, não aprende, decora. O Surf Educa vai explorando o que desperta curiosidade nos jovens”, explica o professor e coordenador da iniciativa, Thiago Marques. “O grupo da 5ª série, por exemplo, focou na questão do lixo, trabalhando a reciclagem, a redução da produção de lixo e criando ‘ecoponto’ para a comunidade.”


IDENTIFICANDO OS RISCOS

Com o apoio do Corpo de Bombeiros Militar, os estudantes recebem orientações sobre as bandeiras das praias e os perigos marítimos. “A gente observa o quanto é diferente para os alunos ouvir a palestra em sala de aula e aqui na praia. Eles têm certa perda de concentração, devido à euforia de entrar no mar. Porém, absorvem muito mais conhecimento, pois estão vivendo na prática”, conta o Guilherme Kuhnen, Bombeiro Militar responsável pelo treinamento no dia 6 de abril.


CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL

Com o Fabiano Roitman, da ONG Ferrugem Viva, os alunos recolheram e identificaram o lixo encontrado na praia. O material é compartilhado com o projeto Monitoramento Mirim Costeiro, para composição da base de dados de pesquisa. “Conscientizar a futura geração é a melhor chance que temos de mudar alguma coisa”, conta o voluntário.


DO SURFE PARA A VIDA

No meio dessa gincana, o estudante Arthuro Usher (8) confirma que a melhor parte é mesmo “surfar”. Em parceria com a escola Surfare, os pequenos têm aulas na areia e depois entram na água para uma “mini bateria”, na qual são julgados pelos colegas de fora da água, que atribuem as notas e realizam as operações matemáticas para o resultado, simulando uma competição.

Até a diretora da instituição, Sonia Gonçalves, entrou na onda, literalmente. Por meio do projeto, está aprendendo a surfar junto com os alunos, como forma de integração.


NOTA 10, POR UNANIMIDADE

Pais, voluntários e outros profissionais da escola atuam na iniciativa, contribuindo com aquilo que podem. E aprovação é geral. O Fernando Nascimento Marques, pai da Luiza (8) se programou para acompanhar as atividades “É uma iniciativa fantástica!”, conta. “Torço para que o projeto consiga seguir em frente” comenta o George Fuhrmester, pai do Joaquim (8).

Os pais participam como podem, auxiliando nas atividades práticas e na construção coletiva do conhecimento. O projeto busca apoiadores financeiros para a aquisição de material, mas agradece imensamente a todos os parceiros envolvidos.  

 

Fotos: Glaucia Rosa Damazio

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